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Emmy: Bom, desde sempre amo história, geografia, entender os conflitos no mundo, até que participei do 2º Fórum FAAP e adorei tudo aquilo, me apaixonei de vez pelo mundo da geopolítica. Ano passado participei da PoliONU como delegada, e neste ano tenho a oportunidade de participar desse ano como diretora do CDH. Espero que meus queridos delegados aproveitem ao máximo essa experiência e acabem se interessando por esse mundo incrível da diplomacia. Que esses 4 dias de simulação sejam extremamente prazerosos.
Akira: Eu sou apenas uma pessoa comum com pensamentos comuns. Deleguei duas vezes, uma vez no II Fórum FAAP na Comissão de Direitos Humanos [CDH], Israel e outra na própria PoliONU, Irã, Comitê Histórico. Sempre fui mais voltado para exatas devido a uma certa “facilidade”, mas depois da minha primeira simulação mudei de rumo. Agora pretendo fazer humanas, direito, por enquanto. Espero que como delegados ou diretores possamos alcançar o que, eu acho, é o objetivo de simulações da ONU: reunir idéias para um mundo melhor, isso pode parecer um pouco ufanista, mas acredito muito nos humanos [humanas, entendeu?] para um futuro bem melhor.
Duda: Bom, meu nome é Eduarda Valério Barrallie, 17 anos, 3º B do Colégio Poliedro. Desde o 1º ano já comecei a gostar e me informar sobre simulações. No 2º ano participe do segundo fórum FAAP, foi muito bom espero que muitos tenham a chance de ir. Este ano estou no PoliONU participando como diretora do CDH, participem…“O que mais preocupa não é o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética… O que mais preocupa é o silêncio dos bons”. – Martin Luther King Jr.CDH? Sim, Conselho de Direitos Humanos, o mais novo Conselho da Onu nascendo das cinzas do Comitê de Direitos Humanos. Abordaremos o tema: Tráfico de Seres Humanos, um tópico polêmico que caracteriza uma mazela que atinge todos os países atualmente, fazendo milhares de vitimas.
O motivo pelo qual escolhemos tráfico de humanos:Apesar de ter impactos exorbitantes economicamente [depois da venda ilegal das drogas e armas, o negócio criminal mais lucrativo é o tráfico de humanos], este tema é pouco freqüente na mídia abrangente do Brasil, portanto esperamos alertá-los e também alcançarmos a uma resolução compatível à sua urgência.Os humanos redescobriram como traz riqueza a venda de humanos. É
inadmissível que no século XXI ainda haja escravismo violando um dos mais importantes direitos do ser humano: o direito à liberdade. Sendo esta tão defendida em tantos episódios de toda história.
Apesar de ser uma fatídica e demasiada afronta à sociedade, ao ser humano e ao legislativo, existe uma certa dificuldade para obtenção de maiores informações precisas sobre esta questão, devido ao fato de não compreendermos precisamente os números, para enfrentar o problema e, portanto, tendo uma afronta mais difícil de se confrontar.
Nós, do CDH [Conselho de Direitos Humano], esperamos que vocês, delegados, tragam idéias, debatam estas e consigam alcançar a uma resolução [ou não].
Esperamos também trazer uma excelente simulação para vocês e principalmente, que vocês executem uma memorável simulação para nós diretores.
Beijos a todos.

Amanda
Talvez eu seja a mais leiga da turma. Participei apenas da SiNUS, representando a República da China no Comitê de Desarmamento e Segurança Internacional (DSI).
Acho muito importante simulações em escolas para que as pessoas tenham uma idéia de como funciona essa política essencial para o mundo, é um diferencial para os alunos que tiveram essa experiência, principalmente aos que vão para a área de humanas.
Espero que gostem da Polionu.
Flávia
Comecei a me interessar por simulações no primeiro colegial por influência das minhas amigas Natalia e Aline. No ano passado participei do Mini Onu e, como sempre gostei da área de biológicas, fiquei na Assembléia Geral. Agora estou no Polionu como diretora do PNUMA.
Dani
Esta é a minha segunda participação no Polionu, no ano passado fui delegada do Egito no CDS. E participei do Mini-onu como delegada da Índia no Pnuma. Apesar de eu gostar mais da área de exatas, a geopolítica e o meio ambiente são assuntos que eu acho muito interessante. Depois que eu comecei participar de simulações, achei fascinante discutir problemas de caráter ambientais com possíveis conseqüências geopolíticas, o que me fez adorar pode ser diretora desse comitê. Tenho certeza de que vamos ter boas discussões.
Por que os recursos hídricos?
Apesar de o grande tema ambiental discutido atualmente ser o aquecimento global e o efeito estufa, no comitê iremos discutir os recursos hídricos…mas por quê?
Pelo simples fato de que é um assunto tão importante quanto, ou até mais importante que o aquecimento do planeta e que também vem sendo muito comentado.
Esse tema é muito importante devido ao fato de que a água é essencial para a sobrevivência de qualquer ser vivo e a falta dela afeta princípios básicos dos direitos humanos; a poluição dos recursos hídricos também traz uma série de conseqüências e pode causar doenças ao homem. Além disso, a disputa por fontes de água potável pode levar a sérias rivalidades internacionais se o tópico não for devidamente discutido.
Nós, as diretoras do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, esperamos que vocês gostem do tema, como nós, e de tudo que estamos preparando.

Gravatas sufocantes, sapatos apertados e marteladas constantes não tem ligação nenhuma com o tema desse post. Num evento como o PoliONU é imprescindível que os participantes tenham seriedade e preparo adequados a um ambiente diplomático, mas em hipótese alguma podem esquecer em casa a energia e a empolgação.
A organização programou duas festas informais e imprescindíveis para as delegações possam deixar de lado o decoro. Muita dança e música – dos mais variados gêneros, acredite – se combinarão de forma a tornar a descontração inevitável.
Para a festa cultural, seus diretores (muito livres de pudor, é bom constatar) guardam em segredo o tema a ser revelado, assim como planejam a dança que arrancará risos do mais sério diplomata.
Já a balada não conta com ensaio algum. Sons e luzes fluirão pelo salão, moldando um cenário perfeito para inúmeros ‘acordos bilaterais’!
Esperamos que todos os delegados, ministros e jornalistas se preparem.