Imprensa!!

Imprensa

Maria Cecilia

Começo dizendo que eu também aprenderei muito com o PoliONU 2007.

Participei da edição anterior como delegada da República da China na OMC, mas me identifiquei mais como jornalista na MUNIBERO 2006. Talvez por que adoro escrever e poder estar por dentro de tudo, talvez simplesmente por ter sido uma experiência única e inexplicável. Confesso que foi bastante corrido, mas parte do tumultuo deveu-se a minha inexperiência em simulações. Este ano, porém, estarei dando o melhor de mim para evitar que os jornalistas se percam na elaboração dos jornais.

Muitas das decisões serão tomadas conjuntamente, pois mesmo sendo um exercício freqüentemente solitário, o jornalismo necessita da integração da equipe. Assim, a Central de Imprensa será um ambiente perfeito para novas amizades e trocas de conhecimento.

Imprensa?

Essa é a pergunta que todos se fazem ao saber da existência de uma Central de Imprensa no PoliONU 2007. Mas, afinal, qual o motivo de um empenho tão grande para sua oficialização no evento?

A imprensa está sempre presente nas melhores simulações do país, pois é condição e conseqüência essencial do processo de comunicação moderno. Logo, seria descuido desprezar a participação deste comitê no modelo do colégio.

Os jornalistas participantes não precisam necessariamente sonhar com a profissão para integrarem a equipe. Basta apreciarem o trabalho desempenhado por alguém do ramo, seja nas etapas de pesquisa e obtenção das informações ou nos procedimentos de elaboração do jornal.

Resumindo, qualquer aluno poderá viver a experiência de ser um jornalista durante quatro dias, exercendo um papel indispensável para aquilo que chamamos “Globalização”.

Desarmamento e Segurança Internacional!!

Foto do DSI
Paulo
Eu já participei de duas simulações ambas no CDSI, A primeira, sobre armas nucleares na OnuJr, e a partir deste momento comecei a me interessar cada vez mais por tecnologias bélicas, vendo as por um outro modo, tentando encontrar um método de erradica-las do mundo, Minha segunda experiência foi no Segundo Fórum FAAP, na discussão sobre armas leves, e isto já explica um pouco de meu interesse neste comitê, minha paixão é tanta que pretendo entrar no campo de Relações Internacionais, de preferência no campo de desarmamento! Espero profundamente que os delegados deste comitê desenvolvam a mesma paixão que eu possuo por esta área e desta forma, ajudar a construir um mundo mais seguro.

Suyanne
Apesar de ser uma pessoa com tendências mais voltadas para os mundo das exatas, devo confessar que sou apaixonada por algumas ciências humanas, e a geopolítica configura-se como a principal delas, por esse motivo durante meu segundo ano participei de três modelos; FAAP, MiniONU e ONUJr.Foi no primeiro desses modelos que participei como delegada do DSI, em seguida fiz um comitê histórico e em seguida um UNODC.

Renato
Descobri o “mundo” das simulações por meio de uma professora de primeiro ano, mas só tive a oportunidade de freqüentar uma simulação ao longo do 2° ano, na qual fui para o II Fórum FAAP, onde participei como delegado da Itália no Comitê de Direitos Humanos, foi uma experiência incrível e por isto quando surgiu a oportunidade de ser diretor do DSI no POLIonu 2007, A idéia foi fantástica, pois adoro lidar com questões humanitárias, e como tratar do desarmamento sem se importar com as vidas que são perdidas por uso ilícito de armas de fogo? Será um prazer ser o diretor de um comitê de extrema importância como o DSI, espero que o comitê não deixe nada a desejar pois estamos trabalhando firme para fazermos a melhor simulação interna do Brasil.

A escolha do tema.
As armas pequenas e leves, ao contrario do que muitas pessoas podem imaginar, são as que causam maiores danos à humanidade. E foi por esse motivo que escolhemos trazer esse debate ao DSI do PoliONU 2007, porque acreditamos na inigualável capacidade dos delegados em trazer respostas para as grandes questões em volta deste tema que – enquanto não forem respondidas – ainda serão o flagelo da humanidade.
Desde de 1978 a ONU passou a dar um enfoque diferente e priorizado ao Desarmamento, mas sem deixar de ressaltar um outro ponto de suma importância na questão, o desenvolvimento, haja que as duas questões que estão atreladas. Assim sendo, não podíamos fazer diferente. E com grande ansiedade e orgulho que o Comitê de Desarmamento e Segurança Internacional espera pelos delegados.

Comitê Histórico!

Diretores Reduzida
Natália:
Esse é o segundo ano que sou diretora do Comitê Histórico e é a segunda vez que ouço a pergunta: Por que fazer um Comitê Histórico? Afinal, qual é a graça de simplesmente repetir o passado?
A graça é exatamente não repetir o que ocorreu no passado (até porque, em nenhum que eu tenha feito isso ocorreu), é mostrar como é importante a presença do delegado, e que o processo histórico não é simplesmente um monte de fatos aleatórios, mas sim jogadas brilhantes de pessoas brilhantes que conseguiram mudar e moldar o mundo.

Rafael:
Desde o primeiro ano, desenvolvi um interesse imenso por simulações, Infelizmente só tive a oportunidade de participar quando cheguei no 2º ano. Desde então me envolvi em três simulações: a Sinus, o PoliONU e a ONU Jr, pelos comitês do FMI, OMC e Histórico respectivamente, e com isso me aprofundei enormemente nas questões de geopolítica, direito internacional, economia e relações internacionais, pelas quais me apaixonei completamente.
Quando convidado para ser diretor do CSH do PoliONU 2007, me animei muito, principalmente pelo fato de amar a mistura explosiva que se forma quando juntamos história e política numa mesma sala. Espero poder aprender ainda mais como diretor desse comitê.

Ana:
Eu já participei de outras duas simulações, o Polionu 2006 e a SIEM, e em ambas, fui a comitês históricos. Adoro história e geopolítica, assim quando fui convidada para ser diretora do CSH, fiquei muito contente, pois além de ser um tema muito interessante, já tinha a experiência que um diretor de um comitê histórico necessita.

E por que a Guerra das Coréias?
Além de a Guerra Fria ser um tema fascinante, este momento, em especifico, é muito importante para a história e a geopolítica mundial: essa é a primeira grande missão das Nações Unidas; nesse momento histórico o medo de que a ONU tivesse o mesmo caminho que sua mãe, a Liga das Nações, era enorme; era uma época de incertezas: Quem triunfaria? O modelo ocidental ou o modelo soviético? O mundo estaria pronto para uma eventual nova guerra? O mundo seria capaz de sobreviver a essa guerra?
Isso tudo sem contar que se trata de um dos comitês históricos que mais pode ser comparado a atualidade. A guerra das Coréias é o último muro da Guerra Fria e ultimamente tem virado noticia em todos os jornais e revistas do planeta. E, claro, é o Conselho de Segurança das Nações Unidas, órgão máximo da ONU, único com caráter mandatório, onde as potências mundiais têm o poder de veto, e, para que realmente haja uma resolução, é necessário que forças antagônicas, como EUA e URSS, concordem em alguns pontos.
Espero que esse pequeno resumo sobre o CSH tenha ajudado os senhores a se decidir sobre os seus futuros comitês. A diretoria do CSH deseja a todos uma excelente simulação e boa sorte.

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